Notas da versão
2.3.0 · 28/10/2026
A 2.3 traz o pacote de integridade e confiabilidade de dados para uso em refinarias: login obrigatório, perfis, trilha de auditoria encadeada, assinatura eletrônica, selo das saídas e falha segura. A matriz de conformidade (21 CFR Part 11, ALCOA+, ISO/IEC 17025 e IEC 62443-4-2) está em Conformidade-e-integridade-de-dados.md.
Os resultados numéricos não mudam em relação à 2.2: nenhuma regra de cálculo foi alterada. Os relatórios ganham o bloco Situação (rascunho, processado, revisado, aprovado) com as assinaturas.
Usuários e acesso
-
Login obrigatório. Numa pasta da qualidade sem usuários, o programa cria a conta padrão: usuário
admin, senhaadmin(tudo minúsculo), perfil Administrador. A troca de senha é obrigatória no primeiro acesso; até lá nada funciona, e a linha de comando recusa a conta. A tela de entrada mostra a dica "Primeiro acesso: usuário admin, senha admin. A troca de senha é obrigatória." só enquanto a senha não foi trocada. Pastas que já têm usuários não ganham a conta. Uma estação nova pode, em vez de entrar comadmin, usar a pasta da qualidade que as outras já usam (Usar pasta existente…). Depois da troca,adminé um Administrador como os outros: pode ter o nome mudado ou ser desativado, desde que reste outro Administrador ativo. - Perfis: Analista (abre, processa, exporta, assina "Processado"), Revisor (o mesmo e assina "Revisado" e "Aprovado"), Administrador (usuários, métodos, configurações, modo automático, pasta da qualidade; não assina resultados) e Sistema (automação) (modo automático e linha de comando agendada).
- Senhas PBKDF2-SHA256 (210 000 iterações, sal por senha). Política configurável em Usuários e acesso: mínimo 8 caracteres com letras e números, validade de 90 dias, sem repetir as 3 últimas, bloqueio da conta em 5 tentativas, bloqueio da sessão em 15 minutos sem uso. Senha provisória obriga a troca no primeiro acesso.
- Aviso de uso na tela de entrada configurável pelo Administrador (Usuários e acesso › Aviso na tela de entrada, até 1000 caracteres; vazio volta ao aviso padrão). Fica na pasta da qualidade, vale para todas as estações dela, e cada mudança vai para a trilha com o texto anterior e o novo (IEC 62443-4-2 CR 1.12).
- Usuários são desativados, nunca excluídos.
- Novo na barra lateral: o usuário da sessão, com Alterar senha…, Bloquear sessão e Sair.
Trilha de auditoria
-
Arquivo
trilha.jsonlna pasta da qualidade: cada evento com número, data e hora com fuso, usuário e máquina do Windows, usuário do programa, ação, objeto, detalhes (valor antigo → novo) e os hashes do registro anterior e do próprio. Registra login, logout, falhas, bloqueios, troca de senha, abertura de dados (SHA-256 de cada AIA emassas.csv), processamento (método, revisão, hash, motor), alterações de injeção, método e configuração campo a campo, exportações (arquivo e SHA-256), assinaturas, usuários, verificação do software e cada amostra do modo automático. - Nova vista Qualidade › Trilha de auditoria (Administrador e Revisor, sem atalho Ctrl+número): filtros por período, usuário, ação e texto; Verificar integridade; Exportar em PDF ou CSV com o hash do último registro.
- A cadeia é conferida a cada início; alteração, remoção, inserção ou corte do fim aparecem em destaque na entrada.
- Falha segura: se a trilha não puder ser gravada, a ação não acontece ou é desfeita, com mensagem clara.
Assinatura eletrônica
- Resultados › Situação do resultado › Assinar…: significado, usuário e senha digitados de novo e a declaração. A assinatura guarda o SHA-256 do resultado; depois de reprocessamento ou edição aparece como "não vale para a versão atual".
- Segregação de funções (ligada por padrão): quem processou ou assinou "Processado" não revisa nem aprova.
-
A situação e as assinaturas aparecem nos relatórios HTML, PDF e TXT e no
.simdist.
Saídas seladas
-
Cada saída recebe
<arquivo>.selo.json(SHA-256, situação, assinaturas, usuário, versões, registro da trilha). -
Abrir › Verificar arquivo… e
simdist-cli verificar-arquivodizem se o arquivo está íntegro ou alterado.
Pasta da qualidade
-
Usuários, trilha e saúde do sistema ficam em
%APPDATA%\ChromAssistant SimDist\qualidadeou numa pasta de rede (recomendado). O Administrador troca a pasta em Usuários e acesso (usuários e trilha são copiados para uma pasta vazia); a TI pode travá-la por máquina cominstalacao\Definir-pasta-da-qualidade.ps1 -Maquina. -
O histórico de saúde do sistema passa a ficar em
<pasta da qualidade>\saude. O histórico antigo (%APPDATA%\ChromAssistant\SimDist\historico) não é copiado: copiesaude.jsonlpara a pasta nova se quiser manter as tendências.
Modo automático
- Roda como o usuário Sistema (automação) escolhido pelo Administrador; só o Administrador inicia, para e configura. Cada amostra vai para a trilha e os relatórios saem como "Processado (automação) — aguardando revisão".
-
--automacaona linha de comando do aplicativo abre a tela Automação, mas não inicia o modo automático sozinho. - Sem trilha gravável, as saídas da amostra são apagadas, o modo para e a amostra volta a ficar pendente (veja Correções antes da liberação).
Linha de comando
-
processar,importar-aia,exportar-aia,monitorar,compararearquivo --saidapedem um usuário:--usuario <login>(ouSIMDIST_USUARIO) e a senha emSIMDIST_SENHAou digitada. Tudo vai para a trilha e cada saída é selada. Scripts e tarefas agendadas da 2.2 precisam ser ajustados (usuário Sistema). -
Novos:
verificar-arquivo <arquivo>,trilha-verificareversao(sem credenciais).
Verificação do software: 15 casos de operação. Novo: OQ-15, trilha de auditoria (alterada, removida, inserida), vetor de referência da senha PBKDF2 e selo das saídas.
Para a TI e o fornecedor
-
assinar.ps1: assinatura de código comsigntoole regravação do manifesto (build.ps1 -Assinar). Falta o certificado: o pacote 2.3.0 não está assinado. -
dist\sbom.cdx.json: SBOM CycloneDX 1.5 gerado no empacotamento. - Requisitos da estação: relógio sincronizado (NTP); pasta da qualidade em rede com backup e permissões restritas.
Captura de telas (documentação): o modo --captura entra com usuários e trilha fictícios numa pasta temporária (opção --como <usuário>), nunca na trilha real; --demo fora da captura exige login normalmente. Na captura, a tela mostra só a estação fictícia (LAB-SIMDIST-01, usuário do Windows laboratorio) e pastas fictícias (\\servidor\qualidade\simdist), também na trilha, em Usuários e acesso, na verificação de arquivo e na verificação do software.
Ajustes de interface
- Método › Cálculos › Ajustar com dados do laboratório: a linha SimDist de cada amostra fica alinhada às colunas dos pontos.
- Resultados › Cortes nomeados: a legenda não repete a faixa quando o nome do corte já a traz (por exemplo "PIE–150 °C" ou "> 370 °C").
- Propriedades: o resumo da amostra diz "N em atenção" (conta todas as linhas em Atenção, não só as fora da faixa de validade da correlação).
- Comparação: os rótulos das linhas de tolerância mudam de lugar para nunca cobrir um ponto do gráfico.
- Campos com unidade (por exemplo "% da altura", "sinal/min", "× ruído"): o campo reserva o espaço da unidade, que não cobre mais o valor nem o "desligado".
Correções antes da liberação
-
Modo automático sem trilha (integridade): quando a trilha não pode ser gravada, as saídas continuam sendo apagadas e o modo automático para, mas o arquivo de entrada não fica mais marcado como processado ("ok") no
.simdist-automacao.jsonsem saídas: ele volta a ficar pendente (e volta à pasta monitorada, se tinha ido paraprocessados) e é processado de novo quando o modo automático for reiniciado. O mesmo vale parasimdist-cli monitorar. -
Verificação do software: o campo Por (tela) e "Executado por" (relatório HTML/PDF e JSON, campo
programUser) trazem o usuário do programa (nome e login), o usuário do Windows e a estação, por exemplo "Ana Oliveira (aoliveira) · Windows: LAB\aoliveira · LAB-SIMDIST-01". Na linha de comando (simdist-cli verificar, sem sessão do programa) fica o usuário do Windows, com a indicação "linha de comando, sem sessão do programa". - Situação do resultado: um método do laboratório com o mesmo identificador de um método de fábrica não aparece mais como "método de fábrica". "Fábrica" agora exige o identificador de fábrica e nenhum arquivo do laboratório com esse identificador; o método do laboratório aparece com a revisão registrada na trilha ou como "não registrada na trilha". O registro "Processamento" da trilha e as assinaturas usam a mesma informação.
-
Novo Manual do usuário no rodapé da barra lateral (ao lado de Verificação do software), no menu Abrir e na tecla F1: abre
docs\Manual-do-usuario.pdf, que já vem com as figuras. - Método: a faixa passa a se chamar "Itens a conferir na norma licenciada".
-
Automação: o texto do rodapé da vista não diz mais que
--automacaoinicia o monitoramento: o atalho só abre a vista, e um Administrador clica em Iniciar.
2.2.0 · 27/10/2026
A 2.2 tira a integração com o Chromeleon do produto. Os cromatogramas entram como arquivos AIA/ANDI (.cdf), exportados do Chromeleon ou de qualquer outro sistema de dados, e os resultados saem pelos relatórios, CSV, LIMS e arquivo .simdist. O cromatograma ganha zoom e navegação.
Os resultados numéricos não mudam em relação à 2.1: nenhuma regra de cálculo foi alterada. As pendências de revalidação da 2.1 continuam valendo (seção "2.1.0", abaixo, e relatório de validação, seção 8.3). A 2.2 tem as próprias verificações no relatório de validação, seção 9.
O que saiu
- O add-in do Chromeleon: os comandos *ChromAssistant SimDist* nos menus de contexto das injeções e das sequências e no menu Ferramentas do Console.
- A leitura pelo SDK do Chromeleon: Abrir › Do Chromeleon… (seletor de sequências do Chromeleon), a abertura pelos URLs do Chromeleon na linha de comando e a situação da conexão no rodapé da barra lateral.
- A leitura automática do FEt no método do instrumento de cada injeção pelo SDK, com o botão Ler do método do instrumento.
- A gravação de resultados em variáveis do Chromeleon: botão Gravar no Chromeleon e opção Permitir gravação no Chromeleon das Configurações.
-
O registro do add-in como administrador: o instalador não pede mais administrador e não tem mais a opção
-SemAddin; oRegistrar-Addin.ps1saiu do pacote. -
Na linha de comando do motor:
processar --sequencia,exportar-aia --sequencia,exportar-pacoteeconexao. - Na verificação do software: o item de ambiente "SDK do Chromeleon".
O código retirado foi arquivado fora do produto.
Fluxo novo
- Exportar do Chromeleon (ou de outro sistema) as injeções da sequência em AIA/ANDI (.cdf), numa pasta por sequência.
-
Montar o
massas.csvna mesma pasta:arquivo;massa_amostra_g;massa_solvente_g;fim_rampa_min. - Abrir a pasta em Abrir › Pasta AIA… ou Abrir › Arquivos AIA (.cdf)…, ou deixar a pasta monitorada do modo automático processar.
-
Levar os resultados pelos relatórios, CSV, saída LIMS e arquivo
.simdist.
O passo a passo está no manual, seção 1 ("Como exportar do Chromeleon").
Fim da rampa do forno (FEt)
-
O FEt de cada injeção vem, nesta ordem: do valor informado na injeção (coluna FEt (min) da vista Sequência), da coluna
fim_rampa_mindomassas.csvou do FEt do método (Método › Geral). Sem nenhum dos três, as amostras dod7169-23não são calculadas, como na 2.1. - Novo botão Importar relatório do método…, em Método › Geral: lê o FEt de um relatório de texto do método do instrumento exportado do Chromeleon (programa do forno do estágio Run) e o grava no método em edição.
Cromatograma com zoom
- Roda do mouse: amplia ou reduz o tempo, centrado no cursor. Ctrl + roda: eixo Y.
- Arrastar sobre o gráfico amplia a janela marcada. Modo Mover para deslocar a visão. Modo Exclusão para marcar uma faixa de exclusão (o antigo arrastar para criar exclusão).
- Botões Ampliar, Reduzir, Ajustar e Ajustar Y; duplo clique ajusta à visão inteira.
- Mini-mapa com a visão geral da corrida e o trecho ampliado.
- Atalhos: + e − (ampliar e reduzir), 0 (ajustar) e setas (deslocar).
- Ao ampliar, o programa busca o traço em resolução total do trecho visível.
Atualização a partir da 2.1
- Configurações, métodos do laboratório, bibliotecas e histórico de saúde são mantidos.
-
Se a estação tinha o add-in da 2.1 registrado, o
Instalar.ps1avisa. ODesinstalar.ps1remove o add-in antigo quando ele existe, pedindo administrador só para esse passo. -
Arquivos
.simdist, pacotes e exportações AIA feitos na 2.1 abrem na 2.2 e reproduzem os mesmos resultados. -
Na rotina, o FEt que a 2.1 lia do método do instrumento passa a vir do
massas.csvou do método. Confira o valor antes do primeiro processamento: o FEt do método vale para todas as injeções que não trazem o seu.
Limitações conhecidas da 2.2
- As da 2.1, exceto a leitura do FEt pelo SDK, que saiu.
- A leitura do relatório do método do instrumento depende de como o driver do cromatógrafo descreve o programa do forno no relatório. Confira o valor lido com o método do instrumento e, quando ele não for lido, informe o FEt à mão.
-
Massas, classe e FEt não vêm do sistema de dados: precisam do
massas.csvou da digitação na vista Sequência.
2.1.0 · 30/09/2026
A 2.1 separa os perfis de fábrica por método. Cada perfil traz os valores de fábrica, as regras de cálculo, o controle de qualidade e o laudo do seu método, sem herdar nada de outro perfil. No d7169-23, as amostras passam a ser integradas até o fim da rampa do forno (FEt), lido do método do instrumento no Chromeleon. O d7096 passa a dar os resultados em volume.
Revalide antes de usar a 2.1 em laudos. Os resultados mudam em relação à 2.0.1 (veja "Efeito nos resultados validados", abaixo). O laboratório precisa, antes do uso em rotina: conferir o FEt dos métodos de instrumento; reprocessar a sequência de validação com os perfis de fábrica; comparar com os resultados aprovados (vista Comparação); aprovar os números novos; e rodar a Verificação do software em cada estação.
Perfis de fábrica
-
Onze perfis, um por método:
d7169-23,ip507,d2887,d2887-b(novo: D2887, Procedimento B),d7798,d7213,d6352,d7500,d7096,d6417epersonalizado. -
O perfil genérico
normalizadosaiu da lista de fábrica. Quem ainda usa esse id (na automação ou nosimdist-cli) continua processando: o programa instala o perfil com as regras da 2.0.1 na pasta de métodos do laboratório e avisa, e os resultados não mudam. Os arquivos.simdistguardam o próprio método e reabrem como antes. No aplicativo, o perfil padrão salvo comonormalizadopassa a ser od7169-23. - Os perfis de fábrica da 2.0.1 ficam guardados, sem mudança, como referência: com eles os testes reproduzem os resultados da 2.0.1. Os perfis gravados pelo laboratório calculam como foram gravados: todo parâmetro novo que falta no arquivo vale como na 2.0.1.
-
Valores de fábrica revistos em cada método. No
d7169-23: fator de quench 1,930, com a pendência de conferir o fator do sistema; alerta de recuperação em 102 %; tabela de calibração C5–C20 mais os pares até C100. Extrapolação pelo último segmento nos perfisd7169-23,d2887,d2887-b,d7798,d7213,d6352ed7500. Larguras de fatia (1,0 s nod2887e nod7213; 0,2 s nod7096), limiares, suavização, resolução e misturas de calibração próprias de cada método. -
Materiais de referência de fábrica: Reference Gas Oil nº 1 (lotes 1 a 3) e nº 2 no
d2887; RO 5010 nod6352, nod7169-23e nod7500(neste, com tolerância provisória); GB nº 1 nod7169-23. Confira com o certificado do lote. - Biblioteca de pontos de ebulição: C79 = 673 °C e C1–C4 revistos; C101–C109 e C111–C120 marcados como extrapolação do produto.
Controle de qualidade e laudo por método
- Assimetria na definição do método: (frente + cauda) ÷ (2 × frente), frente ÷ cauda ou cauda ÷ frente, a 10 % ou a 5 % da altura, num componente ou em todos os picos da mistura. O histórico de saúde só compara medidas feitas da mesma forma.
-
Resolução com máximo opcional (sem máximo no
d2887e nod7798). -
Sinal final da amostra ÷ branco com limites por método: no
d7169-23e nod2887-b, Atenção abaixo de 1,00 e Reprovado abaixo de 0,995; nod7500, a razão é tirada com o branco seguinte. -
Alerta de recuperação com a situação definida no método (Reprovado no
d7169-23: repita a análise). -
Itens novos, cada um ligado pelo método:
QUENCH(fator de quench a conferir),BRANCO-SEQUENCIA(amostras desde o último branco; branco do mesmo dia),BRANCO-PATAMAR,FATIAS,FATIA-LARGURA,ZERAGEM,RF-MATREF(padrão de RF contra o lote declarado na injeção), cortes certificados noMATREF,MATREF-DIA,RESP-RELATIVA,CAL-REPET,CAL-CERCA,AMPLITUDE,DERIVA,LEVES,FAIXA(PIE e faixa de ebulição mínimos) eGAS(gás de arraste). O assistente de diagnóstico explica todos eles. -
Laudo por método: pontos de 1 em 1 % e PE arredondado a 0,5 °C no
d7169-23, nod7213, nod6352, nod7500e nod7096. Nod7169-23, a tabela para no inteiro da recuperação. O CSV de dados continua com 0,1 °C.
Correlações e fórmulas
-
D86 prevista (ASTM D2887), com três termos no PIE e no PFE: ligada no
d2887e nod2887-b, desligada nod7798. Vale só para diesel (inclusive com até 11 % de FAME) e querosene de aviação. - D86 prevista (STP 577), para o Procedimento A: predefinição desligada até ser validada com amostras do laboratório.
- Conversões do Procedimento B: para o Procedimento A e, com hidrogênio ou nitrogênio, para hélio.
-
Funções
AET(t, p)eAETK(t, p, K, pa): temperatura atmosférica equivalente de uma leitura de destilação a vácuo (D1160), com a correção pelo fator K na segunda. No ajuste de uma correlação D1160, a pressão de operação converte as leituras antes do ajuste. - D86 do laboratório com os pontos de 15 e 85 % e a base dos percentuais (recuperado ou evaporado).
-
Ponto de fulgor pela equação API (
flash-api) desligado de fábrica.
Núcleo do cálculo e fim da rampa do forno
-
Zeragem sem as fatias além de 1 desvio-padrão: pelo primeiro segundo no
d2887,d2887-b,d7798,d6352ed7500; pelas 5 primeiras fatias nod7213e nod7096. Nod7213, o sinal líquido negativo é deslocado pela menor fatia em vez de zerado. -
Início: sem recuo até a linha de base no
d2887,d2887-b,d7798,d7213,d6352,d7500ed7096; limiar de 1e-5 %/s nod2887,d2887-b,d7798ed7096; T₀ pelo pico de solvente, do branco ou da amostra (d2887,d7798), ou pela primeira fatia (d2887-b,d7096). Nod7169-23, a área começa em T₀, sem limiar (nos petróleos, desde o início da corrida); o limiar só dá a temperatura inicial de eluição (SET). -
Fim: a taxa do fim conta a área desde T₀ nos perfis revistos; no
d7096, o fim sai da queda das médias de 3 fatias. -
**Fim da rampa do forno (FEt), no
d7169-23:** as amostras são integradas até o FEt. A recuperação e o resíduo ficam na temperatura final de eluição (FET), a curva continua acima de 720 °C até a FET e o "% até 720 °C" continua no resultado. O FEt de cada injeção vem do método do instrumento (lido ao abrir a sequência do Chromeleon), da colunafim_rampa_mindomassas.csv, do pacote ou do arquivo.simdist; sem ele, vale o FEt do método; sem nenhum dos dois, a amostra não é calculada. Botão Ler do método do instrumento em Método › Geral, coluna FEt (min) na vista Sequência e SET, FEt e FET no laudo. -
R_t estrito no
d7169-23: 100 % só quando a recuperação passa de R_t. - Intervalo de quench informado no método (Intervalo de quench), além da janela do CS₂ do branco.
-
QC ligados ao fim da rampa:
RF-ELUICAO(Reprovado quando o padrão de RF não termina antes do FEt),CAL-FIM-RAMPA(último componente da calibração antes do fim da rampa: C100 nod7169-23, C60 nod7213, C90 nod6352, C110 nod7500) eFIM-RAMPA(FEt da injeção diferente do método, ou depois do fim da corrida). -
Perfil
d2887-b(Procedimento B, amostra pura): o Reference Gas Oil é convertido para o Procedimento A antes da comparação com o lote.
D7096 em volume
- Resultado em % volume: cada fatia é multiplicada pelo RVRF do componente de calibração mais próximo em TR ou, na janela de um oxigenado, pelo RVRF dele. Tabela de fábrica de 20 componentes, com o n-C16, PE, densidade, RVRF e as massas molares dos componentes que não são n-parafinas. Os TR desses componentes vão na tabela: a identificação automática só reconhece n-parafinas.
-
Oxigenados em Método › Calibração › Oxigenados, com a janela de TR e o RVRF de cada um.
ETANOLfica em Atenção acima de 10 % vol;OXIGENADO-RVRFavisa quando o RVRF informado se afasta mais de 10 % do valor típico. -
Verificação de resposta relativa ao n-heptano: RVRF experimental × teórico (±10 %), reta RMR × MM com as n-parafinas C5–C16 (R² ≥ 0,99) e fatores dos gases pela reta; quantidades da mistura em % massa, convertidas para % vol e % mol. Seletividade dos aromáticos (
CAL-SELETIVIDADE, ±2 °C). - Distribuição lida na primeira fatia cujo acumulado alcança o percentual, sem interpolar; leves estimados até o n-C5.
- Abrir › Demonstração D7096: gasolina e a mesma gasolina com 27 % vol de etanol.
Verificação do software: 14 casos de operação. Novo: OQ-14, base volume da D7096 com oxigenado. O OQ-03 passa a integrar até o FEt de 30,0 min (recuperação analítica de 86,21 %), e o OQ-06 e o OQ-07 têm os resultados de referência da 2.1.
Efeito nos resultados validados
-
Demonstração D7169 (perfil
d7169-23): recuperações de 79,05 → 80,51 %, 92,56 → 95,32 %, 55,23 → 59,88 % e 100,00 → 100,00 %. -
Sequência de campo (9 amostras; perfil
d7169-23de fábrica, tabela de TR do laboratório e FEt de 30,0 min, o valor lido do método do instrumento):- a recuperação sobe de 0 a 3,15 pontos, pela área entre 720 °C e o FEt, e o resíduo cai na mesma medida;
- a curva até 720 °C não muda nas amostras que não passam de R_t (no máximo 0,1 °C, a resolução do CSV);
- uma amostra passa de R_t e é reportada como 100 %, com PFE de 731,2 °C (a curva dela é normalizada a 100 %);
- o PIE do petróleo deixa de ser "< 36" e passa a 34,2 °C;
-
no QC, uma amostra passa a Atenção no sinal final (razão 0,998, abaixo de 1,00); duas recebem Atenção por virem depois da 5ª amostra desde o branco; o padrão de RF sem lote declarado fica em Atenção (
RF-MATREF); o petróleo recebeQUENCHeLEVES(Info).
Os números por amostra e a atribuição a cada regra estão no relatório de validação, seção 8.
Limitações conhecidas da 2.1
-
ip507,d6417epersonalizadomantêm as regras de cálculo da 2.0.1; od7798segue as regras dod2887. -
Os perfis
d7213ed7096trazem a pendência de conferir os valores na edição vigente do método. - D7096: ainda não há cortes de 10 em 10 °C nem o formato de laudo da mistura.
- D93 e D3828 (D7215) continuam como modelos para os coeficientes do laboratório. A junção com a análise de leves (D7900) continua fora do escopo.
- A leitura do FEt no método do instrumento depende do driver do cromatógrafo (conferida com o TRACE 1600). Quando o FEt não é lido, informe-o no método.
2.0.1 · 29/09/2026
- Validação das entradas com mensagens claras: números de injeção repetidos, método inválido (passo percentual zero ou negativo, número não finito, componente repetido na tabela, mesmo com maiúsculas e minúsculas diferentes, e, com o reconhecimento automático ligado, número de carbonos só em parte da tabela) e sinal inválido de branco, calibração ou padrão de RF (menos de 10 pontos, tempos que não crescem, valores não finitos, nenhuma fatia) param a sequência com uma mensagem que diz o que corrigir. Uma amostra com sinal inválido, sem pontos na faixa de busca do solvente ou com o fim da integração antes do início falha sozinha, com o motivo, e as outras são calculadas.
- Alerta de recuperação configurável e desligado de fábrica: Alerta de recuperação acima de (%), em Método › Geral (vazio = desligado), substitui o limite fixo de 102 %.
- Perfis de fábrica sem tabela de TR: a tabela de n-parafinas de fábrica (D7169-23, IP 507, normalizado) vem sem TR esperados; o reconhecimento automático identifica as n-parafinas na coluna de cada laboratório, e a tabela do método do Chromeleon continua tendo precedência.
- Demonstração com tabela sintética: a demonstração D7169 usa e leva no pacote uma tabela de TR sintética. As recuperações da demonstração passam a 79,05 / 92,56 / 55,23 / 100,00 %.
- Reconhecimento automático mais robusto: numa região de picos espaçados (pares pesados, componente ausente da mistura), máximos de ruído não definem mais a largura típica dos vizinhos, e uma n-parafina presente não é descartada como pico largo. No fim da série, quando falta uma das últimas n-parafinas, o último pico não é mais identificado com segurança aparente: sem o C96 (ou sem o C90 e o C96), o pico do C100 era tomado pelo C96; agora, quando o espaçamento não decide entre as duas leituras (componente ausente antes do último pico, ou ausente depois dele com um patamar final começando ali), a identificação pede âncoras.
- Quench de fábrica 1,0: os perfis que traziam 1,93 vêm sem correção; o D7169-23 traz a pendência "Fator de quench do laboratório: determinar (D7169) e informar no método" (o perfil normalizado não aplica quench).
- D56 desligada no d7798: a equação D56 da D7215 vem desligada no perfil D7798, porque a D7215 foi estabelecida com dados da D2887; a descrição da propriedade avisa.
Perfis salvos pelo laboratório mantêm a tabela, o quench e os demais valores gravados neles; o alerta de recuperação, que não existia nesses arquivos, fica desligado até ser informado (na 2.0.0 era fixo em 102 %).
2.0.0 · 28/09/2026
A 2.0 cobre toda a faixa da destilação simulada, da gasolina aos resíduos, com dados de qualquer sistema cromatográfico. Traz três recursos próprios do ChromAssistant:
- o assistente de diagnóstico, que explica cada alerta e acompanha a saúde do sistema;
- a verificação do software para a ISO/IEC 17025;
- a comparação com outro programa, para migração e validação.
Tudo foi implementado a partir das normas e de literatura aberta, com a fonte de cada constante registrada no método.
Recursos próprios
- Assistente de diagnóstico (vista Diagnóstico): cada alerta do QC vira um achado explicado, com o que foi observado (com os números), as causas prováveis em ordem de probabilidade, o que fazer, o efeito nos resultados e um gráfico. O assistente também aponta o que o QC não diz: arraste de material pesado nos brancos, sangramento, TR deslocados, n-parafina fora da curva, margens perto dos limites, preparo fora do usual, viés do material de referência e padrão de controle fora. Roda sozinho a cada processamento.
- Saúde do sistema: cada processamento grava um registro do equipamento (TR, fator de resposta, brancos, resolução, assimetria, material de referência). Os gráficos mostram a evolução, e o assistente avisa das tendências contra a mediana das últimas 10 sequências do mesmo sistema e método. O nome do sistema fica em Configurações.
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Verificação do software (ISO/IEC 17025, 7.11): botão no rodapé da barra lateral. Confere a instalação com o manifesto de integridade gravado na entrega (IQ, SHA-256 de cada arquivo) e 13 casos de cálculo com resultado de referência (OQ). Gera o relatório em PDF para assinatura e as evidências em HTML e JSON. Também por
simdist-cli verificar. -
Comparação com outro programa (vista Comparação): lê a exportação de outro programa de SimDist (CSV ou texto; tabela larga, longa, transposta ou blocos de relatório; °C ou °F), pareia as amostras e compara ponto a ponto com os critérios do protocolo de validação: ±1 °C de 5 a 95 %, ±3 °C nos extremos, viés médio de 0,5 °C e ±1 % nos cortes. Relatório em PDF, HTML e CSV. Também por
simdist-cli comparar.
Métodos
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Perfis de fábrica novos:
- ASTM D2887 e D7798, até 538 °C;
- D7213, 100 a 615 °C;
- D6352, 174 a 700 °C;
- D7500, até 735 °C;
- D7096, gasolina até 280 °C;
- D6417, volatilidade de óleo de motor;
- Personalizado.
- Os perfis 1.0 continuam iguais e dão os mesmos resultados.
- Métodos normalizados (eluição total) dispensam o padrão de RF e avisam quando o PFE passa da faixa do método.
- Reconhecimento automático das n-parafinas: identifica pela série homóloga, sem TR esperados. Tolera picos de impureza e componentes ausentes e aceita âncoras clicadas no cromatograma. Reencontra os TR da calibração real do laboratório.
- Exclusões de solvente e artefatos em qualquer número, cada uma para remover ou interpolar a área.
- Biblioteca de pontos de ebulição: n-parafinas C1–C120 de fábrica, mais bibliotecas do usuário.
- Materiais de referência por lote, com papel próprio na sequência e QC ponto a ponto. Inclui o Reference Gas Oil nº 1, lote 2 (valores de fonte pública; confira com o certificado).
- Verificação de resposta da D7096: fatores relativos experimentais × teóricos, linearidade RMR × MM e TR mínimo do propano.
- Cortes nomeados (nafta, querosene, diesel…) e geradores de pontos % e de temperaturas de corte.
Cálculos
- Correlações D86 e D1160 lineares, ponto a ponto, com a estrutura do apêndice da D2887 pronta para os coeficientes da norma licenciada.
- Ajuste de correlações do laboratório por mínimos quadrados, a partir das amostras processadas e dos resultados físicos, com R², erro e avisos.
- MOV da D6417 (% a 371 °C).
- Ponto de fulgor D7215 D56, com a equação publicada pelo NIST e as faixas de entrada da norma. D93 e D3828 como modelos para os coeficientes da norma.
- Ponto de fulgor API 2B7.1 a partir do D86 10 %.
- NOACK ajustável com dados do laboratório.
- Fórmulas do usuário numa linguagem segura: T(p), OFF(t), PIE, PFE, REC, RES, CORR, VAL e funções.
Dados, saídas e automação
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Importação e exportação AIA/ANDI (netCDF, ASTM E1947) de qualquer sistema de dados, sem drivers. As massas vêm de um
massas.csv. - Arquivo da amostra (.simdist): amostra, branco, calibração, padrão, método, resultado e relatório. Reabre e reprocessa com o mesmo resultado.
- Saídas: relatório PDF (A4), HTML e TXT, CSV, e saída LIMS configurável (CSV, TXT, XML ou JSON, campos com fórmulas, vírgula decimal).
- Título, laboratório e seções do relatório definidos no método.
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Modo automático: pasta monitorada que processa cada amostra nova com a calibração, o branco e o padrão mais recentes, grava as saídas e executa um programa externo ao final. Funciona no aplicativo (vista Automação) e na linha de comando (
simdist-cli monitorar). - Unidade de temperatura por método (°C ou °F) na tela e nas saídas.
Interface
- Vistas novas: Propriedades, Diagnóstico, Comparação, Método (editor completo, com itens a confirmar na norma licenciada) e Automação. Botão Verificação do software no rodapé da barra lateral.
- Recalcular automaticamente: cada mudança de papel, massa ou parâmetro reprocessa na hora, sem salvar o método.
- Menus Abrir (Chromeleon, AIA, arquivo da amostra, pacote, demonstrações D7169 e D2887) e Exportar (todas as saídas).
- Massas editáveis na vista Sequência.
- No cromatograma, arrastar marca uma exclusão.
Motor e validação
- 87 testes automáticos (eram 9), incluindo 14 do diagnóstico, 5 da verificação e 13 da comparação, mais os testes da ponte: as verificações da 2.0 e as da compatibilidade 1.0.
- A janela do fator de quench compara os limites com tolerância, para sinais vindos de fontes diferentes (AIA).
Retirados na 2.0
- Perfil de transição para o relatório usado antes pelo laboratório: reproduzia um cálculo de terceiros. O cálculo, o teste que o comparava com esse relatório e a leitura das variáveis extras do relatório no Chromeleon saíram do produto e do código-fonte. Os arquivos de perfil antigos continuam abrindo, mas o processamento orienta a usar o perfil ASTM D7169-23.
- Interface WinForms da 1.0: substituída pelo aplicativo desktop.
Limitações conhecidas da 2.0
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Coeficientes que só existem nas normas licenciadas vêm em branco, com aviso, e o laboratório preenche:
- correlação D86 da D2887;
- D7215 D93 e D3828;
- limites de resolução e assimetria;
- limites RVRF e RMR da D7096.
- A comparação lado a lado com o programa usado antes pelo laboratório depende de o laboratório exportar os resultados dele para a vista Comparação.
- As tendências da saúde do sistema começam depois de 3 sequências registradas do mesmo sistema e método. O modo automático ainda não grava registros de saúde.
- netCDF-4 (HDF5) não é lido. As tabelas de picos ANDI são ignoradas: o cálculo usa o sinal bruto.
- A junção com a análise de leves D7900 continua fora do escopo.
1.0.0 · 27/09/2026
Primeira versão.
- Motor de destilação simulada com perfis ASTM D7169-23, IP 507/EN 15199-2, normalizado e um perfil de transição para o relatório usado antes pelo laboratório (retirado na 2.0).
- Integração com o Chromeleon 7.3 pelo SDK oficial: leitura de sequências, sinais, variáveis e tabela de n-parafinas; seletor nativo de sequências; gravação opcional e auditada de resultados.
- Add-in com comandos nos menus de contexto das injeções e das sequências e no menu Ferramentas do Console.
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Controle de qualidade automático:
- calibração (cobertura e ordem);
- resolução C50/C52 e assimetria;
- duplicata do padrão de RF;
- consistência dos brancos;
- sinal final × branco;
- recuperação acima de 102 %.
- Relatório HTML, CSV para LIMS e pacotes de dados offline.
- Sequência sintética de demonstração e linha de comando para lote.
- Início de eluição com recuo até a linha de base: o gatilho de inclinação sozinho cortava a frente do padrão de RF da sequência de campo (0,9 % da área) e deixava as recuperações cerca de 0,9 % altas. Detalhes na seção 4 do relatório de validação.
- Validação: 9 testes automáticos, incluindo reprodução do pacote legado (< 1e-9) e da implementação de referência (< 1e-6 °C).
Interface e instalação
- Nome do produto: ChromAssistant SimDist, da família ChromAssistant. Executáveis, pastas, add-in, menus, descrições das variáveis gravadas no Chromeleon e documentos usam essa grafia.
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Nova interface desktop (Electron) na identidade ChromAssistant:
- barra lateral com as vistas Sequência, Resultados, Curva de destilação, Cromatograma, Calibração, Controle de qualidade e Registro;
- barra superior com seletor de perfil, menu Abrir (Do Chromeleon…, Pacote…, Demonstração), Processar, Relatório e CSV;
- temas escuro (padrão) e claro;
- gravação no Chromeleon habilitada em Configurações e sempre com confirmação;
- instância única: um novo comando do menu do Chromeleon abre a sequência na janela já aberta.
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Motor e SDK do Chromeleon num processo separado,
simdist-bridge.exe(x86, .NET Framework 4.8), ligado à interface por JSON Lines. -
Instalação por usuário, sem administrador, em
%LOCALAPPDATA%\Programs\ChromAssistant SimDist, com atalho na Área de Trabalho e no menu Iniciar. Se o programa estiver aberto, o instalador pede que seja fechado. A versão anterior só é substituída quando a cópia termina. -
Registro do add-in do Chromeleon numa etapa separada, com elevação (
Registrar-Addin.ps1, confirmação do UAC). O resultado aparece na janela do instalador. -
Desinstalação que mantém as configurações (exceto com
-ApagarConfiguracoes) e os perfis do usuário. - Novo ícone.
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A interface WinForms anterior continua em
build\bincomo ferramenta de legado e diagnóstico. Ela não é instalada.
Limitações conhecidas
- A junção com a análise de leves para petróleos (D7900) ainda não está disponível.
- As tabelas de consenso de materiais de referência vêm vazias e são preenchidas pelo laboratório.
- Caminhos de pasta com mais de 260 caracteres não são suportados em estações com a política de caminhos longos desativada para aplicativos .NET Framework.
- O add-in é da estação e aponta para uma única instalação. Em estações usadas por várias contas do Windows, vale o último registro (ver a seção "Pacote e instalação" da arquitetura).